segunda-feira, 20 de junho de 2011

Já é tempo.!

E ela, feita de inocência, é pura mentira. Sedutora de sua própria felicidade, nada é intitutulado sofrido. E assim, seu próprio desejo de sorrir, é a busca incessante pelo amargo.

Até subia aos poucos as montanhas da vida, corria o mais rápido na maratona do amor. Comia de todas as guloseimas oferecidas pelo mundo e cantava as mais belas canções de amigos. E hoje, balbucia as poucas palavras românticas que ainda se lembra.

Nem tudo na vida é triste, nem tudo é belo. E eis que já não há mais o que temer. A dor, o amor, o perdão, são tudo um só. Um querer viver e querer ser feliz.

De nada adiantaria correr atrás dos potes de ouro, tampouco, cresceriam flores numa rocha mais alta diante da procura pela paz. O que importa é deixar os ponteiros do relógio seguir, segundo a segundo, minuto a minuto. E assim, piscar cada momento no seu momento.

E é lá que ela deveria estar. Refugiada das cobras, das abelhas. Refugiada do não querer sentir para poder viver. Quem não sente, não vive. E a vida te abraça quando você corre para ela e diz que a quer. Já é tempo.!

sexta-feira, 10 de junho de 2011

Fotodocumentario "Mãos que Cuidam"

video

"Me encontro quando te encontro e te encontrar é um desencontro com a tristeza. Vendo-me assim entre as lentes, sou pura felicidade".

Gosto tanto de mãos. Mas nunca havia parado para reconhecer o valor das mãos destes que trabalham pelo bem da nossa saúde.

Meu trabalho final da disciplina de Fotojornalismo. 5º semestre de Jornalismo da Unimep me rendeu muitas descobertas dentro da área. Foto é impressionante. Trabalhar com a equipe de Saúde do Hospital de Nova Odessa também foi ótimo. Que prazer enorme.

Por mim aos Naipes - Resposta Léo

Sabe Léo, tenho aprendido tanto com vocês durante esses últimos anos que já nem sei se saberia ficar longe, aliás, tenho certeza de que não conseguiria.

É fato que cada um de nós possuímos características próprias e tudo mais, no entanto, tentamos moduladas constantemente apenas para ter o prazer de conseguir dividir um momento, mesmo que pequeno, com o outro. E isso é o que mais me impressiona. Somos diferentes, mas o modo com o qual nos respeitamos e nos valorizamos nos torna pequenos pedaços que se tornam um quando colocamos juntos.

Quem sou eu para falar de amor, sendo 'fria e grossa' como sou. Mas quando é sobre vocês, sinto meus olhos brilharem e meu desejo em estar por perto salta do meu coração de forma impossível de se controlar. Aliás, não quero controlar. O prazer de estar junto aos meus naipes é tanto que jamais me privaria de viver cada minutos com vocês, meus amigos. Quero aproveitar esse momento para agradecer a presença de vocês em minha vida.

Léo, todos temos momentos difíceis, mas temos cada um o outro e isso vai ser para sempre, mais do que um marca em tinta, mas por ser algo forte e verdadeiro. Ronald, Luccas e Carol, vocês são maravilhosos, sempre. Agora chega porque só nosso grupo para ficar trocando melancolias do nada.! ADORO vocês.

Por Luccas e Carol

Só vocês pra me fazerem querer continuar seguindo em frente, por que amigos, não tá fácil. E pra ninguém, né!?

Agradeço muito todos esses dias que passamos juntos (em especial o dia 18 de dezembro #TattooNaipes) que foi quando fuui (literalmente) marcado pra sempre pelo carinho de que cada um de vocês tem de mim.

Não tenho muito o que falar, afinal vocês já disseram tudo. E eu assino COM CERTEZA embaixo de cada palavra! Vocês são e pra sempre serão os meus melhores s2

Amo vocês! E continuem me aturando (...) hehe..

meus lindos!
beijão!
Lucas Callore

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Naipes meus amores,

Não sou muito boa nessas coisas de escrever e falar o que sinto, bom vcs sabem né porque só choro e não solto o que to sentido. Mas saibam que amo muito vocês e agradeço todos os dias por poder contar com amigos tão especiais como vocês.
Obrigada por tudo, por me darem apoio nos momentos dificeis, por me darem forças para continuar e enfrentar todos os problemas e cobranças que tenho em casa.
Amo cada um incondicionalmente, e vou leva-los comigo onde quer que eu vá. Tenho certeza que mesmo depois da faculdade e com cada um seguindo o seu caminho não vamos nos afastar e sempre daremos um jeito de nos vermos e estarmos juntos compartilhando felicidades, experiencias e tristezas é claro(pois a vida não é feita só de alegrias né?!).

Bom já não sei mais o que escrever

Amo muito cada um meus naipes

Beijosss
Carol

quinta-feira, 9 de junho de 2011

Resposta ao Léo por Ronald Gonçales

Queridos amigos:

O maior segredo da vida é o respeito, porque num mundo que nos provoca cada vez mais a observar as diferenças, respeitar é um verbo que não tem mais, infelizmente, vez na contemporaneidade. Uma pena.

A história nossa, de cinco pessoas com estilos próprios e opiniões fortes, é intensa porque possui na sua base justamente isso: o respeito, além, é claro, da admiração. Naturalmente, muita coisa que faço, vocês não concordem, e vice e versa. Porém, respeitamos o que cada um é e não limitamos a nossa visão diante do que cada um tem a oferecer.

A admiração, neste caso, está totalmente acoplada ao quanto que a gente se torce. É incrível a sensação boa que sinto quando, por exemplo, um de vocês obtém algum destaque individual. Recentemente, Nayara foi elogiada por Ana Maria, vocês se lembram? Em mim, transborda uma sensação de orgulho e alegria. Não sei, mas quando ouço alguém de vocês sendo elogiado, me sinto como tal também. Talvez por isso insista tanto em nossa sintonia! Por isso gosto tanto quando nos compartilhamos (sem medo de parecermos petulantes, etc). Quando um de vocês me diz: "sou bom nisso"; nunca encaro como uma atitude de orgulho exacerbado, pelo contrário. Acho que, entre nós, é preciso que exista - sempre - a melhor torcida. Porque, de alguma forma, a gente se completa de uma forma muito bonita e distinta.

Enfim, meus naipes, expresso aqui o orgulho que tenho de cada um de vocês e apesar da relação ótima que tenho com os demais colegas de classe, é impossível não reiterar que, sem vocês, nenhuma alegria teria tanta cor. Seja o Léo quando se sente perdido ou inseguro, mas encontra força para reerguer; seja a Carol que, mesmo com um filho, todos os dias, está lá, dando o seu melhor para contribuir; seja Nayara, a mais objetiva do grupo - mas não menos amável -, quando nos conta as suas deliciosas aventuras (...), ou, simplesmente, quando nos presenteia com os seus textos brilhantes (alguém duvida do talento dela? Eu não!); seja Luccas com suas adoráveis impertinências e com a sua postura interessante de observar pequenos detalhes e apontá-los, buscando pertinentes melhoras às nossas tarefas. Cada um de vocês está registrado, não só no corpo, mas nos lugares melhores: no coração e na alma.

Amo vocês!

Ronald Gonçales

Naipes, queridos.. por Leonardo Belquiman

Sempre tenho inúmeras coisas pra pensar com carinho em cada um de vocês.
O jeito com que fazem minhas noites (e dias, e tardes de sábado) serem mais felizes, o cheirinho do perfume de cada um, o sorriso, as expressões faciais, a voz que aconselha, que pede silêncio, que conta uma novidade ou um compartilha uma angústia.
Os olhares que falam mais do que qualquer discurso poderia falar, as atitudes que mostram o quanto um simples gesto pode mudar uma trajetória.
São coisas assim que me fazem chegar em casa, deitar na minha cama, olhar para nossa identidade, única e grafada na pele, e me sentir bem mesmo depois de um dia corrido, de uma noite conturbada, lavada de lágrimas e de pensamentos indesejados.
Hoje isso aconteceu. E vocês estavam lá.
Me deram força para continuar, quando eu não tinha mais força para isso. Me mostraram que as coisas podem ser diferentes.
Que pensar em grupo é mais gostoso do que quebrar a cabeça sozinho. Me ensinaram que não devemos fazer as coisas no impulso.
Confirmaram que, neste tempo todo, eu nunca estive sozinho.
Que, se cheguei onde cheguei, foi com o amparo de vocês. E, que se vou continuar, vou levar vocês comigo.
Por isso quero agradecer cada neurônio gasto com esse jovem rapaz de cabelos desgrenhados.
Cada segundo de lamúria ouvida. Cada gota de paciência por meus surtos e descontroles.
Cada passo dado até as cantinas nos meus ataques de gordice. Cada tragada de cigarro compartilhada.
Cada centímetro de ombro que acolheu olhos lacrimejantes e sem brilho.
Mas quero agradecer, principalmente, pelas alegrias que vocês me dão.
Quero que saibam que cada um de vocês tem um valor imensurável no meu coração.
E que tudo o que está no coração de fato, não sai nunca.
Muita coisa na vida da gente é passageira. Sei lá, acho que a gente divide o coração da gente.
Tem coisa que entra no coração e fica por um tempo. Depois vai embora e, embora a gente sofra um pouquinho, tudo passa.
O que realmente fica é o que está lá no fundo, bem protegido, por algo que se chama amor.
Podem me tirar meu emprego, minha faculdade, meus bens, minhas esperanças, em alguns momentos... Mas o sentimento magno que sinto por vocês, ah, isso ninguém tira de mim.
Porque isso é grande, é forte, é intenso e só aumenta. É esse o alimento que sustenta a alma.

Tenham um dia maravilhoso, como tudo o que construiremos juntos.
Um grande beijo,

Léo


PS: Podem dizer que era um texto particular e que não deveria ter colocado a mostra em meu blog. Acontece, que quero que vocês entendam que mesmo nos dias de hoje, num mundo cruel em que o amor fica a cada dia mais falso, ainda existem amizades verdadeiras. E que sempre tem lugar para mais um.!

terça-feira, 7 de junho de 2011

O fim do 1º Na Prática


Para quem não sabe o Na Prática é o nome do jornal experimental que fazemos no 3º ano do curso de Jornalismo. São duas edições por semestre e nesta primeira edição do ano fui editora de texto ao lado de Cíntia Tavares. O editor chefe foi o nosso professor da disciplina de Jornalismo Impresso I, o Paulo Roberto Botão, ou só Botão como é conhecido pela geral. Ele também é o editor chefe da 2ª edição que já está em andamento. A partir do próximo será a professora Ana Camila.

Sabe, confesso que é estranho saber que não precisarei mais ler, vezes e vezes, as matérias dos meus colegas para detectar todos os pequenos ajustes necessários ou apenas para aprovar a edição já realizada por algum membro da equipe. Mesmo assim, fico feliz em saber que deu tudo certo e que nossa primeira edição já está em fase final, partindo para o fechamento e logo mais, a impressão. Ah, como quero ter um exemplar em minhas mãos.

O melhor de tudo isso é saber que em nenhum momento estava sozinha nesta experiência tão gostosa e, diante disso, ficam meus agradecimentos aos grupos que ficaram por conta de minha orientação. Cada um de vocês tiveram jeitos peculiares de me impressionar. Sou muito grata de ter tido a oportunidade de contribuir com o trabalho de vocês, mesmo que com um pequena parcela de idéias e propostas.

Uns grupos, claro, se destacaram diante das buscar por informações difíceis e tudo mais. Outros, preferiram o mais fácil, no entanto, também foram ao fundo do que mais era interessante ao leitor. E por isso, todos estão de parabéns. Que venham as próximas edições e que venha a hora de que tudo isso não será mais um experiência de faculdade e sim, da vida real. Tenho certeza de que vocês estão no caminho certo e de que serão ótimos jornalistas.