Oi gente, tudo bem com vocês?
Nossa, quanto tempo estou longe do Contos de Naná, né? Mas saibam que não é por opção, é realmente por falta de tempo.
Tenho muitas coisas para contar, muitas mudanças aconteceram, principalmente no âmbito profissional e, agora, está tudo mais corridinho. Com o tempo sei que tudo vai se ajeitando, mas no começo é complicado mesmo.
A faculdade também tem consumido um gigante tempo. Produzir o anteprojeto do TCC, mesmo que seja com um grupo, é bem complicado. Hipótese, metodologia, resumo, e tantos outros assuntos a serem abordados, acabam exigindo tempo, concentração e desgaste psicológico. É verdade, também é um pouco de exagero, mas é verdade, rs.
Enfim, é isso. Depois volto contar com detalhes algumas novidades, contar meus contos em geral melosos, rs.
Até mais.
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sábado, 12 de novembro de 2011
Falta disso aqui...
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terça-feira, 26 de julho de 2011
Entre linhas, pontos e vírgulas
Sei que sempre falo entre linhas, e isso até dificulta um pouco a leitura e entendido daquilo que pretendo transmitir, mas tenho a certeza de que alguém há de se identificar com toda essa explosão de sentimentos, perguntas e anseios. Sei que há de compreender que tudo isso não passa de uma forma concreta de demonstrar minha felicidade em poder ter um novo começo a cada dia, porque cada dia que passa é um novo começo.
A cada vez que me sento na cama, abro os olhos em todas as manhãs e agradeço a Deus por mais um dia e por mais uma oportunidade de fazer alguém feliz com um simples sorrir durante a manhã de trabalho, ou ao menos tentar fazer com que alguém sinta que a vida é difícil, mas que estarmos vivos já é o maior motivo para querer enfrentar todas essas dificuldades e convergências.
Sabe, quando eu escrevo e tento colocar todos esses meus supostos sentimentos para fora, na verdade, eu tenho vontade de entrar no computador, tenho vontade de gritar o mais alto possível, tão alto a ponto de toda a cidade ouvir e entender que o que eu mais quero é que todos tenham vontade de aproveitar cada minuto de seu tempo para coisas boas e mesmo que nem sempre seja um momento bom, mas que de alguma forma todos aprendam a extrair o positivismo de tudo.
Tá. Eu sei que é muita confiança para uma pessoa só, mas é aí? Qual é o problema em querer sorrir mesmo quando deveríamos, obviamente, chorar? Eu não gosto de chorar, odeio chorar, exceto quando por felicidade. E sabe do que mais, não me importo com o que as pessoas pensam não. Só gosto de ser eu. ;D
A cada vez que me sento na cama, abro os olhos em todas as manhãs e agradeço a Deus por mais um dia e por mais uma oportunidade de fazer alguém feliz com um simples sorrir durante a manhã de trabalho, ou ao menos tentar fazer com que alguém sinta que a vida é difícil, mas que estarmos vivos já é o maior motivo para querer enfrentar todas essas dificuldades e convergências.
Sabe, quando eu escrevo e tento colocar todos esses meus supostos sentimentos para fora, na verdade, eu tenho vontade de entrar no computador, tenho vontade de gritar o mais alto possível, tão alto a ponto de toda a cidade ouvir e entender que o que eu mais quero é que todos tenham vontade de aproveitar cada minuto de seu tempo para coisas boas e mesmo que nem sempre seja um momento bom, mas que de alguma forma todos aprendam a extrair o positivismo de tudo.
Tá. Eu sei que é muita confiança para uma pessoa só, mas é aí? Qual é o problema em querer sorrir mesmo quando deveríamos, obviamente, chorar? Eu não gosto de chorar, odeio chorar, exceto quando por felicidade. E sabe do que mais, não me importo com o que as pessoas pensam não. Só gosto de ser eu. ;D
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segunda-feira, 20 de junho de 2011
Já é tempo.!
E ela, feita de inocência, é pura mentira. Sedutora de sua própria felicidade, nada é intitutulado sofrido. E assim, seu próprio desejo de sorrir, é a busca incessante pelo amargo.
Até subia aos poucos as montanhas da vida, corria o mais rápido na maratona do amor. Comia de todas as guloseimas oferecidas pelo mundo e cantava as mais belas canções de amigos. E hoje, balbucia as poucas palavras românticas que ainda se lembra.
Nem tudo na vida é triste, nem tudo é belo. E eis que já não há mais o que temer. A dor, o amor, o perdão, são tudo um só. Um querer viver e querer ser feliz.
De nada adiantaria correr atrás dos potes de ouro, tampouco, cresceriam flores numa rocha mais alta diante da procura pela paz. O que importa é deixar os ponteiros do relógio seguir, segundo a segundo, minuto a minuto. E assim, piscar cada momento no seu momento.
E é lá que ela deveria estar. Refugiada das cobras, das abelhas. Refugiada do não querer sentir para poder viver. Quem não sente, não vive. E a vida te abraça quando você corre para ela e diz que a quer. Já é tempo.!
Até subia aos poucos as montanhas da vida, corria o mais rápido na maratona do amor. Comia de todas as guloseimas oferecidas pelo mundo e cantava as mais belas canções de amigos. E hoje, balbucia as poucas palavras românticas que ainda se lembra.
Nem tudo na vida é triste, nem tudo é belo. E eis que já não há mais o que temer. A dor, o amor, o perdão, são tudo um só. Um querer viver e querer ser feliz.
De nada adiantaria correr atrás dos potes de ouro, tampouco, cresceriam flores numa rocha mais alta diante da procura pela paz. O que importa é deixar os ponteiros do relógio seguir, segundo a segundo, minuto a minuto. E assim, piscar cada momento no seu momento.
E é lá que ela deveria estar. Refugiada das cobras, das abelhas. Refugiada do não querer sentir para poder viver. Quem não sente, não vive. E a vida te abraça quando você corre para ela e diz que a quer. Já é tempo.!
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sexta-feira, 10 de junho de 2011
Fotodocumentario "Mãos que Cuidam"
"Me encontro quando te encontro e te encontrar é um desencontro com a tristeza. Vendo-me assim entre as lentes, sou pura felicidade".
Gosto tanto de mãos. Mas nunca havia parado para reconhecer o valor das mãos destes que trabalham pelo bem da nossa saúde.
Meu trabalho final da disciplina de Fotojornalismo. 5º semestre de Jornalismo da Unimep me rendeu muitas descobertas dentro da área. Foto é impressionante. Trabalhar com a equipe de Saúde do Hospital de Nova Odessa também foi ótimo. Que prazer enorme.
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sábado, 16 de abril de 2011
Do lixo à mesa
Assim como em todos os dias, estava esperando minha carona para ir trabalhar na esquina de casa quando ao parar de ler meu livro matutino, olhei para a rua paralela em que estava e ao movimentar o óculos de sol para o alto do rosto, noto uma senhora magra, com idade próximo aos 50 anos, quietinha e empurrando seu carrinho feito manualmente por toda a rua.
De lixo a lixo, a senhora passa por mim e com um semblante cansado - talvez não por já estar trabalhando a horas, mas por talvez estar trabalhando a anos -, me olha e eu digo bom dia. A resposta, veio acompanhada com um belo sorriso.
Menos de um minuto depois, sobe correndo metro a metro um gari. Empilhando as sacolas de lixo depositadas as beiras das calçadas e em cestos de lixo, ele corre sem parar para deixar tudo perfeito para quando o caminhão com os demais colegas de trabalho chegarem, possam apenas limpar as vias de trânsito e retirar o mal cheiro da decomposição dos restos de tudo que cada casa produziu durante o dia anterior.
Depois das cenas, parei por alguns minutos para pensar no que seria de nós se não fossem os catadores de recicláveis e dos garis. Somos tão porcos (de modo geral e não de modo generalizado) que nem realizamos a coleta seletiva para facilitar o trabalho de outras pessoas. E são estas pessoas que deixam a nossa casa livre de toda a sujeira que não serve para nada. E mais, é através desses materiais inservíveis que estas pessoas tiram seu sustento. É correndo rua a rua, é passando de lixo em lixo, que eles poderão comer um pão antes de sair de casa novamente para a mesma labuta.
Então, meu querido ou minha querida, vamos fazer o possível para valorizar estas profissões que não andam de terno, nem saem com malas ou de carros conversíveis pelas ruas, mas que tornam as suas calçadas limpas e que levam embora o que nós não usaremos mais.
De lixo a lixo, a senhora passa por mim e com um semblante cansado - talvez não por já estar trabalhando a horas, mas por talvez estar trabalhando a anos -, me olha e eu digo bom dia. A resposta, veio acompanhada com um belo sorriso.
Menos de um minuto depois, sobe correndo metro a metro um gari. Empilhando as sacolas de lixo depositadas as beiras das calçadas e em cestos de lixo, ele corre sem parar para deixar tudo perfeito para quando o caminhão com os demais colegas de trabalho chegarem, possam apenas limpar as vias de trânsito e retirar o mal cheiro da decomposição dos restos de tudo que cada casa produziu durante o dia anterior.
Depois das cenas, parei por alguns minutos para pensar no que seria de nós se não fossem os catadores de recicláveis e dos garis. Somos tão porcos (de modo geral e não de modo generalizado) que nem realizamos a coleta seletiva para facilitar o trabalho de outras pessoas. E são estas pessoas que deixam a nossa casa livre de toda a sujeira que não serve para nada. E mais, é através desses materiais inservíveis que estas pessoas tiram seu sustento. É correndo rua a rua, é passando de lixo em lixo, que eles poderão comer um pão antes de sair de casa novamente para a mesma labuta.
Então, meu querido ou minha querida, vamos fazer o possível para valorizar estas profissões que não andam de terno, nem saem com malas ou de carros conversíveis pelas ruas, mas que tornam as suas calçadas limpas e que levam embora o que nós não usaremos mais.
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sexta-feira, 15 de abril de 2011
Conexão Repórter
Carecas: movimento homofóbico e desumano. Pregam a essencia da criação de deus, relacionamento entre o homem e a mulher, mas violentam até a morte pessoas que nunca viram "mais magros, gordos" ou seja lá como for. Homoxesualidade, opção ou não, o respeito deve estar em primeiro lugar e isso, nada e ninguém conseguirá impor na formação do cárater humano.
Como Roberto Cabrini disse no encerramento do programa Conexão Repórter do SBT na última quarta-feira, dia 13 de abril, "a luta pela descriminação começa em cada um de nós". Isso é verdade. O tema abordado na edição desta semana me chamou muito a atenção. Durante a programação foram abordadas diversas matérias sobre homoxessualidade. Movimento carecas, atendados a travestis, conflitos familiares.
Dizem que os pais e professores são espelhos das crianças, eu concordo. E é exatamente por isso, que me revolto quando esses homofóbicos nojentos tendam justificar suas atitudes como forma de educar os filhos no caminho correto. Vai me dizer que sair agredindo as pessoas por uma diferente opção sexual é o melhor caminho para educar um filho?
Diante disso, não precisamos de muito para saber que mudar os conceitos humanos não dependem de tempo. Estar em pleno século XXI não significa muito para um mundo intolerante e egoista. Um lugar em que o amor não reina. Enquanto o respeito não estiver em primeiro plano, nada será melhor.
Como Roberto Cabrini disse no encerramento do programa Conexão Repórter do SBT na última quarta-feira, dia 13 de abril, "a luta pela descriminação começa em cada um de nós". Isso é verdade. O tema abordado na edição desta semana me chamou muito a atenção. Durante a programação foram abordadas diversas matérias sobre homoxessualidade. Movimento carecas, atendados a travestis, conflitos familiares.
Dizem que os pais e professores são espelhos das crianças, eu concordo. E é exatamente por isso, que me revolto quando esses homofóbicos nojentos tendam justificar suas atitudes como forma de educar os filhos no caminho correto. Vai me dizer que sair agredindo as pessoas por uma diferente opção sexual é o melhor caminho para educar um filho?
Diante disso, não precisamos de muito para saber que mudar os conceitos humanos não dependem de tempo. Estar em pleno século XXI não significa muito para um mundo intolerante e egoista. Um lugar em que o amor não reina. Enquanto o respeito não estiver em primeiro plano, nada será melhor.
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quarta-feira, 13 de abril de 2011
Amor platônico
"Todos os dias estarei ao seu lado e não serei apenas uma amiga romântica, mas sim a melhor de todas as companheiras. Serei aquela que te abraça quando precisa e quando não precisa. Que chama por teu nome apenas para ter certeza de que ainda respira. Meu maior medo será o de ficar sem você.
Saiba que sempre foi parte dos meus sonhos enquanto de olhos fechados e de meus pensamentos enquanto de olhos abertos. Passei anos devotando esse amor platônico e agora, tão próximo de se tornar real, não quero te perder, nem ao menos por um segundo.
Quando casarmos farei seu café da manhã, mas não o levarei até a cama, não quero derramar tudo em sua pele tão macia e delicada. Também deixarei você à vontade para acordar tranqüilamente e me chamar quando estiver bem. E, quando não estiver, farei o possível para ser o teu melhor remédio.
Se quiseres, deixarei você ter seus momentos sozinhos para suas leituras e reflexões diárias, mas saiba que estarei esperando ansiosamente o momento adequado de dividir os minutos com você, de te contar como foi meu dia e escutar como foi o seu.
Meu coração baterá, assim como já bate, no mesmo ritmo que meu amor por você. Ritmo acelerado, constante e em compasso singular, único capaz de me manter viva. E estes serão meu dias ao seu lado, dias que programo há tempos, lembrando constantemente que tenho a melhor razão de viver:você." Assinado: Quem tem ama escondido.
*Depois de muito escutar histórias sobre amores platônicos, tentei escrever uma declaração de alguém que sempre amou escondido. Será que seria isso a concretização desse amor? Será que o amor real, um dia, vai se igualar ao amor que vive às escuras?
Acho bonito a fidelidade de um amor platônico. Acho uma pena que quando descoberto já não seja considerado platônico. Acho bonito os sonhos que são construídos. Acho uma pena que sejam impossíveis de serem realizados. Acho bonito a convicção de quem ama. Acho uma pena a pessoa amada nunca perceber.
Saiba que sempre foi parte dos meus sonhos enquanto de olhos fechados e de meus pensamentos enquanto de olhos abertos. Passei anos devotando esse amor platônico e agora, tão próximo de se tornar real, não quero te perder, nem ao menos por um segundo.
Quando casarmos farei seu café da manhã, mas não o levarei até a cama, não quero derramar tudo em sua pele tão macia e delicada. Também deixarei você à vontade para acordar tranqüilamente e me chamar quando estiver bem. E, quando não estiver, farei o possível para ser o teu melhor remédio.
Se quiseres, deixarei você ter seus momentos sozinhos para suas leituras e reflexões diárias, mas saiba que estarei esperando ansiosamente o momento adequado de dividir os minutos com você, de te contar como foi meu dia e escutar como foi o seu.
Meu coração baterá, assim como já bate, no mesmo ritmo que meu amor por você. Ritmo acelerado, constante e em compasso singular, único capaz de me manter viva. E estes serão meu dias ao seu lado, dias que programo há tempos, lembrando constantemente que tenho a melhor razão de viver:você." Assinado: Quem tem ama escondido.
*Depois de muito escutar histórias sobre amores platônicos, tentei escrever uma declaração de alguém que sempre amou escondido. Será que seria isso a concretização desse amor? Será que o amor real, um dia, vai se igualar ao amor que vive às escuras?
Acho bonito a fidelidade de um amor platônico. Acho uma pena que quando descoberto já não seja considerado platônico. Acho bonito os sonhos que são construídos. Acho uma pena que sejam impossíveis de serem realizados. Acho bonito a convicção de quem ama. Acho uma pena a pessoa amada nunca perceber.
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segunda-feira, 7 de março de 2011
Frio e chocolate quente
É gostoso ficar em casa quando está frio. É gostoso tomar café, chá. Eu prefiro o lindo, belo e cremoso, chocolate quente. É bom sentir o calor do chocolate quente descendo pela garganta e aquecendo todo corpo. Energia, calor, ânimo. Alguns tomam com adoçante, outros gostam mais amargo. Eu gosto dele bem doce, muito doce.
Na verdade, gosto de tudo bem doce. Acho que podemos tornar a vida mais doce, embora muitas vezes ela esteja amarga, ou até azeda. Sei lá. Acho que as pessoas complicam demais, exageram demais, se irritam demais, se sobrecarregam demais, tudo demais. Eu sou assim e nem me aguento mais.
Porque não ser leve e doce, aquecer no frio, ter um cheiro suave, um tom bonito, atrativo. Acho difícil. Num momento tá tudo bem, noutro não. Palavras vem e vão, sem sentido, escrúpulo, meio, fim, só começo. E no começo, é ruim. Sem motivo, sem uma inspiração fiel ao que se remete no momento oportuno.
Falo também dos meus medos, meus erros, acertos e anseios. Falo de mim. Nunca falei sem me envolver, pelo contrário, sempre me envolvo. Nunca fui de guardar em segredo o que sou e nem quem não sou. Só sei que quero ser mais doce, quero sorrir mais doce mesmo que esteja frio, quero sentir o cheiro de vontade de viver mesmo que esteja frio. Quero ter um tom marcante, um gosto que fica.
Quero frio e chocolate quente, vida e viver. Assim, como uma combinação perfeita. Agora, basta apenas aprender a adoçar na medida certa, igual a medida de açúcar com a qual degusto meu copo.
Na verdade, gosto de tudo bem doce. Acho que podemos tornar a vida mais doce, embora muitas vezes ela esteja amarga, ou até azeda. Sei lá. Acho que as pessoas complicam demais, exageram demais, se irritam demais, se sobrecarregam demais, tudo demais. Eu sou assim e nem me aguento mais.
Porque não ser leve e doce, aquecer no frio, ter um cheiro suave, um tom bonito, atrativo. Acho difícil. Num momento tá tudo bem, noutro não. Palavras vem e vão, sem sentido, escrúpulo, meio, fim, só começo. E no começo, é ruim. Sem motivo, sem uma inspiração fiel ao que se remete no momento oportuno.
Falo também dos meus medos, meus erros, acertos e anseios. Falo de mim. Nunca falei sem me envolver, pelo contrário, sempre me envolvo. Nunca fui de guardar em segredo o que sou e nem quem não sou. Só sei que quero ser mais doce, quero sorrir mais doce mesmo que esteja frio, quero sentir o cheiro de vontade de viver mesmo que esteja frio. Quero ter um tom marcante, um gosto que fica.
Quero frio e chocolate quente, vida e viver. Assim, como uma combinação perfeita. Agora, basta apenas aprender a adoçar na medida certa, igual a medida de açúcar com a qual degusto meu copo.
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quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011
Não venha me falar de falta de fé.
Não, não venha me falar de falta de fé. Não venha me pedir para ficar desesperada, para chorar angustiada, para dizer que não há solução. Não venha me falar que a dor de uma problema é mais forte do que não saber enfrentar o problema. O desespero só atrapalha. É necessário manter a calma. Acreditar. Ter fé.
Fé é o essencial, e se você continuar se deixando "abater" pelo medo, vai acabar perdendo a fé. E isso, não pode. A preocupação ajuda as pessoas a esquecerem que Deus é a melhor fonte de força, sabedoria e discernimento.
Entendo sua dor, ao menos, tendo entender. Dizem que só quem sente é que sabe de verdade como se dói a alma, mas vou continuar agindo como se eu soubesse. Sei que a situação é difícil, mas mantenha a cabeça em ordem, mantenha-se firme. Não deixe com que sua fraqueza humana te faça perder a fé. Você sabe tanto quanto eu que para Deus nada é impossível, mas precisa fazer sua parte, precisa acreditar. Precisa sacrificar seu orgulho e enfrentar seus medos, sua própria dor de lutar.
Acredito que tudo vai ficar bem, e não adianta você me dizer que já está cansado de ouvir que vai tudo ficar bem. Não adianta você me falar que sabe que vai terminar bem, mas que agora não está nada bem. Eu sei disso também. Mas ainda acredito e você deve acreditar. Até quando vai deixar sua fé enfraquecida?. Vai me falar que já sabe disso? Me fala, mas depois não reclame se eu te jogar na cara que é exatamente por você já saber disso que deveria mantê-la forte.
E quer saber? A verdade é que não admito fragilidade, não admito que alguém se auto-entitule fraco, não admito lágrimas de tristezas e nem gosto de ter a impressão de que alguém está simplesmente se deixando levar pela situação. Você pode dominá-la, acredite. E mais, como já te falei, não venha me falar de falta de fé. Eu não acredito nisso.
Fé é o essencial, e se você continuar se deixando "abater" pelo medo, vai acabar perdendo a fé. E isso, não pode. A preocupação ajuda as pessoas a esquecerem que Deus é a melhor fonte de força, sabedoria e discernimento.
Entendo sua dor, ao menos, tendo entender. Dizem que só quem sente é que sabe de verdade como se dói a alma, mas vou continuar agindo como se eu soubesse. Sei que a situação é difícil, mas mantenha a cabeça em ordem, mantenha-se firme. Não deixe com que sua fraqueza humana te faça perder a fé. Você sabe tanto quanto eu que para Deus nada é impossível, mas precisa fazer sua parte, precisa acreditar. Precisa sacrificar seu orgulho e enfrentar seus medos, sua própria dor de lutar.
Acredito que tudo vai ficar bem, e não adianta você me dizer que já está cansado de ouvir que vai tudo ficar bem. Não adianta você me falar que sabe que vai terminar bem, mas que agora não está nada bem. Eu sei disso também. Mas ainda acredito e você deve acreditar. Até quando vai deixar sua fé enfraquecida?. Vai me falar que já sabe disso? Me fala, mas depois não reclame se eu te jogar na cara que é exatamente por você já saber disso que deveria mantê-la forte.
E quer saber? A verdade é que não admito fragilidade, não admito que alguém se auto-entitule fraco, não admito lágrimas de tristezas e nem gosto de ter a impressão de que alguém está simplesmente se deixando levar pela situação. Você pode dominá-la, acredite. E mais, como já te falei, não venha me falar de falta de fé. Eu não acredito nisso.
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sexta-feira, 28 de janeiro de 2011
E de tanto pensar deixou de realmente pensar.
Meu, você já percebeu que quando estamos encanados com alguma coisa, perdemos horas e horas com aquilo na cabeça e acabamos deixando de viver? Você já percebeu que o fato de ficarmos encanados pelo fato de estarmos encanados é o que piora ainda mais? E quando se trata de amor então...
Nós, seres humanos, insistimos em fraquejar quando percebemos que está tudo dando errado. O lance é se permitir viver e não se martirizar por amar, por possuir o dom mais precioso de todos, meu, isso não é ruim, muito pelo contrário, mostra que somos capazes de transpor qualquer barreira para fazer alguém feliz, antes mesmo de nós. Isso é bom.
Somos homens e mulheres, com um coração batendo no peito, com sangue correndo pelas veias e temos o direito de sentir... temos direito de sofrer, de chorar, de amar e de sermos felizes. Temos direito de viver aos poucos, passando por tudo o que a vida nos propõe. Digo isso em todos os sentidos, seja profissionalmente, esperitualmente e emocionalmente, principalmente. Não é justo, ainda que inconscientemente, uma pessoa basear-se num amor não correspondido, num sonho não conquistado, num sofrimento não acolhido e que pode fazer mal até mesmo fisicamente.
Costumo dizer que todas as experiências são válidas, então, vamos nos permitir viver no tempo certo. Todas as coisas têm seu tempo. Por mais que o certo não seja o que queremos, frustração é birra do ser humano em insistir comandar nossos passos por caminhos intransitáveis.
Precisamos dar um passo de cada vez e aproveitar cada minuto. No finalzinho, por mais que não seja no final que desejamos, percebemos que houve um crescimento que trajetória alguma poderia ter nos proporcionado.
Enquanto isso não passa. Sinta o que o momento está te proporcionando porque o homem ainda não encontrou formas de mandar no coração. O importante é apenas você manter seus pés no chão o suficiente para continuar sua vida sem te causar mal. O amor não faz isso, nós fazemos e sempre da maneira mais difícil.
Nós, seres humanos, insistimos em fraquejar quando percebemos que está tudo dando errado. O lance é se permitir viver e não se martirizar por amar, por possuir o dom mais precioso de todos, meu, isso não é ruim, muito pelo contrário, mostra que somos capazes de transpor qualquer barreira para fazer alguém feliz, antes mesmo de nós. Isso é bom.
Somos homens e mulheres, com um coração batendo no peito, com sangue correndo pelas veias e temos o direito de sentir... temos direito de sofrer, de chorar, de amar e de sermos felizes. Temos direito de viver aos poucos, passando por tudo o que a vida nos propõe. Digo isso em todos os sentidos, seja profissionalmente, esperitualmente e emocionalmente, principalmente. Não é justo, ainda que inconscientemente, uma pessoa basear-se num amor não correspondido, num sonho não conquistado, num sofrimento não acolhido e que pode fazer mal até mesmo fisicamente.
Costumo dizer que todas as experiências são válidas, então, vamos nos permitir viver no tempo certo. Todas as coisas têm seu tempo. Por mais que o certo não seja o que queremos, frustração é birra do ser humano em insistir comandar nossos passos por caminhos intransitáveis.
Precisamos dar um passo de cada vez e aproveitar cada minuto. No finalzinho, por mais que não seja no final que desejamos, percebemos que houve um crescimento que trajetória alguma poderia ter nos proporcionado.
Enquanto isso não passa. Sinta o que o momento está te proporcionando porque o homem ainda não encontrou formas de mandar no coração. O importante é apenas você manter seus pés no chão o suficiente para continuar sua vida sem te causar mal. O amor não faz isso, nós fazemos e sempre da maneira mais difícil.
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quinta-feira, 13 de janeiro de 2011
Escritora de sentimentos
Uma vez, uma pessoa comentou num dos meus posts que havia aprendido a me admirar como a grande escritora de sentimentos. A primeira vez que li este comentário apenas agradeci em pensamento. Porém na segunda vez, chorei.
Chorei não por não querer ser assim, pelo contrário, me fez chorar por me fazer perceber que, talvez, pudesse realmente escrever todos os meus sentimentos, medos, desejos e amores.
Queria mesmo poder passar para todas as pessoas através das palavras o tamanho da minha fé, o tanto que confio no final feliz, o quanto acredito que todas as nossas caminhadas podem nos levar ao destino correto, por mais que o correto não seja o que queremos.
Tenho essa vontade, mas não sei se posso, não sei se devo, não sei se conseguiria encontrar os termos corretos para as tais avalanches de amores e ódios que insistem em cair sobre minha cabeça. Insegurança de não conseguir concretizar ainda que com a ajuda do tal alfabeto todos meus conceitos, que oras são poéticos, oras são malditos.
São tantas vontades, esperanças e dores. São tantos flertes com as emoções, lágrimas e alegrias. São tantos sentimentos. Um abuso a uma pequena alma que nem sabe o que fazer. Um abuso ao ser feliz que tanto se esconde com medo de enfrentar tantos tantos.
Tenho aprendido muito com esse meu deixar se levar e escrever o que sinto. Tenho aprendido muito com cada comentário e cada pedido de quero mais. Mas e minha alma? Será que ela quer que todos a leiam e tentem a compreendê-la? Será que ela suporta esse meu lado de não ter segredos com o mundo? Sim, ela suporta e gosta. Sinto-me realizada e ela me realiza com tantas histórias.
Obrigada Joseane (Leia www.umasereiaaposentada.blogspot.com) por fazer parte desse meu crescimento pessoal, espiritual, psicológico e sentimental. Acredito que sem sentir é impossível viver e eu vivo porque sinto. Sinto e farei tudo o que for possível para que meus caros amigos leitores sintam e cresçam comigo.
Chorei não por não querer ser assim, pelo contrário, me fez chorar por me fazer perceber que, talvez, pudesse realmente escrever todos os meus sentimentos, medos, desejos e amores.
Queria mesmo poder passar para todas as pessoas através das palavras o tamanho da minha fé, o tanto que confio no final feliz, o quanto acredito que todas as nossas caminhadas podem nos levar ao destino correto, por mais que o correto não seja o que queremos.
Tenho essa vontade, mas não sei se posso, não sei se devo, não sei se conseguiria encontrar os termos corretos para as tais avalanches de amores e ódios que insistem em cair sobre minha cabeça. Insegurança de não conseguir concretizar ainda que com a ajuda do tal alfabeto todos meus conceitos, que oras são poéticos, oras são malditos.
São tantas vontades, esperanças e dores. São tantos flertes com as emoções, lágrimas e alegrias. São tantos sentimentos. Um abuso a uma pequena alma que nem sabe o que fazer. Um abuso ao ser feliz que tanto se esconde com medo de enfrentar tantos tantos.
Tenho aprendido muito com esse meu deixar se levar e escrever o que sinto. Tenho aprendido muito com cada comentário e cada pedido de quero mais. Mas e minha alma? Será que ela quer que todos a leiam e tentem a compreendê-la? Será que ela suporta esse meu lado de não ter segredos com o mundo? Sim, ela suporta e gosta. Sinto-me realizada e ela me realiza com tantas histórias.
Obrigada Joseane (Leia www.umasereiaaposentada.blogspot.com) por fazer parte desse meu crescimento pessoal, espiritual, psicológico e sentimental. Acredito que sem sentir é impossível viver e eu vivo porque sinto. Sinto e farei tudo o que for possível para que meus caros amigos leitores sintam e cresçam comigo.
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quinta-feira, 2 de dezembro de 2010
Perpétua
"Eu que nem sabia que ainda poderia sorrir, nem sabia que ainda poderia me encontrar em um outro alguém, numa outra amizade.
Eu que já tinha uma amizade perpétua, agora, me encontro, novamente, num ser que mal me conhece. Me encontro, novamente, sorrindo e sentindo meu coração bater.
Me encontro totalmente confiante que a parte que me faltava, por ora, encontrei em você e é em você que quero me achar a cada minuto.
Achar o carinho que deixei perdido por tanto tempo a disposição de pessoas que não valeriam a pena, o abraço verdadeiro que só foi apertado por pessoas sem um pingo de amor se quer. Achar meu ego e força, uma outra amizade que ficou perdida em meio a tantas almas inescrupulosas e infiéis".
Eu que já tinha uma amizade perpétua, agora, me encontro, novamente, num ser que mal me conhece. Me encontro, novamente, sorrindo e sentindo meu coração bater.
Me encontro totalmente confiante que a parte que me faltava, por ora, encontrei em você e é em você que quero me achar a cada minuto.
Achar o carinho que deixei perdido por tanto tempo a disposição de pessoas que não valeriam a pena, o abraço verdadeiro que só foi apertado por pessoas sem um pingo de amor se quer. Achar meu ego e força, uma outra amizade que ficou perdida em meio a tantas almas inescrupulosas e infiéis".
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terça-feira, 30 de novembro de 2010
Eu, por Shing.
Acolhi e fui acolhida por um anjo sem asas, não tenho muito nem tão pouco assim para falar sobre essa menina.
Seus olhos mantem o brilho da esperança
Seu sorriso mostra a perseverança de sorrir mesmo quando ás vezes se quer chorar
Seu chorar me mostra a sua humanidade
Cada dia é uma nova chance de mudar...de acertar e ela sabe bem disso
Não tem medo de tentar, mesmo depois de muitos tombos
Ela sabe amar e cuidar
Mas não deixa de querer que alguém saiba cuidar dela também
Sabe o que merece e não quer nada mais nada menos do que isso
É passarinho livre mais não tenham medo
Se a conquistar saibam
Que ela sempre vai voltar
Ela pode voar nos seus sonhos
Pois sabe, que sonhar é preciso
E por mais que ela voe pra bem longe
Onde se encontra as nuvens e se toca nas estrelas
Ela sabe manter os pés no chão
Bem que ela queria mandar no seu coração
Mais já aprendeu que isso, ela não sabe não
Ela sabe que não podemos mudar os outros
Mas podemos aceita los
E dar a chance de se mostrarem melhor
Ela sabe amar e se entregar
E sabe se fechar e recolher
Mais que uma boa amiga
Sempre aparece nas horas certas
E pode ter certeza, que nela você pode confiar
Meu anjo sem asas cuida de mim
Que eu cuido de você.
Seus olhos mantem o brilho da esperança
Seu sorriso mostra a perseverança de sorrir mesmo quando ás vezes se quer chorar
Seu chorar me mostra a sua humanidade
Cada dia é uma nova chance de mudar...de acertar e ela sabe bem disso
Não tem medo de tentar, mesmo depois de muitos tombos
Ela sabe amar e cuidar
Mas não deixa de querer que alguém saiba cuidar dela também
Sabe o que merece e não quer nada mais nada menos do que isso
É passarinho livre mais não tenham medo
Se a conquistar saibam
Que ela sempre vai voltar
Ela pode voar nos seus sonhos
Pois sabe, que sonhar é preciso
E por mais que ela voe pra bem longe
Onde se encontra as nuvens e se toca nas estrelas
Ela sabe manter os pés no chão
Bem que ela queria mandar no seu coração
Mais já aprendeu que isso, ela não sabe não
Ela sabe que não podemos mudar os outros
Mas podemos aceita los
E dar a chance de se mostrarem melhor
Ela sabe amar e se entregar
E sabe se fechar e recolher
Mais que uma boa amiga
Sempre aparece nas horas certas
E pode ter certeza, que nela você pode confiar
Meu anjo sem asas cuida de mim
Que eu cuido de você.
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quinta-feira, 11 de novembro de 2010
Aos pequenos detalhes!
É incrível a forma com a qual não vemos o ponteiro do relógio andar, os segundos passarem, o nascer e o pôr-do-sol. É incrível a forma como sorrimos quando ganhamos um presente em caixa grande e colorida e nem ligamos para o pequeno, aquele mais humilde. É incrível a forma ignorante com a qual agimos diante de situações que só precisam de um pouco mais de atenção.
Precisamos sorrir com os curtos momentos e pequenos detalhes para descobrirmos que os maiores amores não nascem de grandes expectativas. Acredito que o amor está em todos os lugares em que estamos, basta estarmos com ele dentro de nós. E falar sobre o amor é fácil, falar sobre sentimentos é fácil. Afinal, todo mundo sabe mentir.
Aliás, esses amores podem nascer de forma gigantesca e em situação cinematográficas, mas para mim é diferente, gosto de curtir o simples, o vento batento em meu rosto, um copo gelado na mão e uma roda de amigos. Gosto de fazer novos amigos e amá-los assim como os mais velhos.
Ainda gosto de acreditar que vale a pena acreditar nas pessoas. Até sou desconfiada, mas o meu abraço será sempre o mais sincero possível. E não me adianta dizer que arriscar é se jogar num precipício. Já cansei de esperar pelos outros as iniciativas que são minhas.
Precisamos sorrir com os curtos momentos e pequenos detalhes para descobrirmos que os maiores amores não nascem de grandes expectativas. Acredito que o amor está em todos os lugares em que estamos, basta estarmos com ele dentro de nós. E falar sobre o amor é fácil, falar sobre sentimentos é fácil. Afinal, todo mundo sabe mentir.
Aliás, esses amores podem nascer de forma gigantesca e em situação cinematográficas, mas para mim é diferente, gosto de curtir o simples, o vento batento em meu rosto, um copo gelado na mão e uma roda de amigos. Gosto de fazer novos amigos e amá-los assim como os mais velhos.
Ainda gosto de acreditar que vale a pena acreditar nas pessoas. Até sou desconfiada, mas o meu abraço será sempre o mais sincero possível. E não me adianta dizer que arriscar é se jogar num precipício. Já cansei de esperar pelos outros as iniciativas que são minhas.
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quarta-feira, 15 de setembro de 2010
Feriado na cozinha!
Não tem como não dizer que eu não estava com medo. Nossa, quantas palavras não, né?. Pois é, realmente, estava negativa. Definitivamente, não sou de cozinhar e não vou ganhar alguém pela barriga, rs. Na verdade, não sou de pegar em qualquer coisa da cozinha antes da minha mãe dizer que o almoço está pronto. :S
Só que sabe como é, né? Feriado em Nova Odessa em plena quarta-feira, Nayara não teria nada para fazer e a Talita (amiga de Americana) estava doentinha. Ajudinha para ela? Não, pelo contrário, um dia maravilhoso pra mim. Fui passar o dia com a Tali. Acordei cedão, fiz caminhada, fui ao mercado comprar suprimentos, que por sinal renderam em um almoço lindo. ^^ [Até a Day (outra amiga de Americana) comeu e disse que ficou bom. Fiquei feliz.
Sei que preciso agradecer a Tali por ter tido a mega paciência em ficar respondendo: -Não, Bê. - Coloca mais água! - Tá bom! etc... Massss, enfim... preciso dizer que foi uma experiência ótima e que até estou pensando em cozinhar em casa, de vez enquando, claro.
Tá! Tudo bem, sei que já tenho 20 anos e deveria ser uma boa cozinheira, acontece que eu não me dou bem mesmo com isso. Meu, para vocês terem noção, antes do almoço eu coloquei alguns pães de queijo no forno e esqueci.. haha. Pão de queijo pronto, queimado e duro igual uma pedra. Ao menos serviram para que eu e a Tali fizéssemos guerrinha de... sei lá como podemos chamar o resultado daquilo, pela casa. Hehe
Só que sabe como é, né? Feriado em Nova Odessa em plena quarta-feira, Nayara não teria nada para fazer e a Talita (amiga de Americana) estava doentinha. Ajudinha para ela? Não, pelo contrário, um dia maravilhoso pra mim. Fui passar o dia com a Tali. Acordei cedão, fiz caminhada, fui ao mercado comprar suprimentos, que por sinal renderam em um almoço lindo. ^^ [Até a Day (outra amiga de Americana) comeu e disse que ficou bom. Fiquei feliz.
Sei que preciso agradecer a Tali por ter tido a mega paciência em ficar respondendo: -Não, Bê. - Coloca mais água! - Tá bom! etc... Massss, enfim... preciso dizer que foi uma experiência ótima e que até estou pensando em cozinhar em casa, de vez enquando, claro.
Tá! Tudo bem, sei que já tenho 20 anos e deveria ser uma boa cozinheira, acontece que eu não me dou bem mesmo com isso. Meu, para vocês terem noção, antes do almoço eu coloquei alguns pães de queijo no forno e esqueci.. haha. Pão de queijo pronto, queimado e duro igual uma pedra. Ao menos serviram para que eu e a Tali fizéssemos guerrinha de... sei lá como podemos chamar o resultado daquilo, pela casa. Hehe
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quarta-feira, 1 de setembro de 2010
Sim, sou de Leão! 'Leonina: o comportamento'
Signo fixo, Leão simboliza a força da criação, os primeiros resultados que irrompem, a despeito de todas as dificuldades. Daí a analogia do signo com o desafio e com a auto-afirmação.
Desafiar o ambiente externo, que pode ser hostil e inóspito é algo que precisa ser feito com coragem, focalizando apenas o desejo de ser, a despeito de todo o movimento em contrário que possa existir.
O Leão é conhecido pela força – até mesmo autoritária e tirânica – com que impõe sua vontade, curvado que é à paixão de realizar seu próprio destino: florescer, frutificar, criar, com toda a nobreza e honra que algo criado possui.
Dizem que o Leão é o rei dos animais e ele bem que simboliza essa qualidade leonina da honra, mas também do amor à prole, pois é signo gregário, que protege a cria – afinal, ele sabe a importância da luta pela vida.
Para poder lutar pela sobrevivência e se impôr enquanto ser existente, o leão precisa ser centrado em si mesmo.
O Leão é também o educador. Apesar de gostar de ser admirado e apreciado, sabe ser magnânimo e dar seu amor. Um temperamento ardente e apaixonado, que precisa ser aceito e para isso explora com maestria suas capacidades, assim é o Leão, que pode até almejar o poder para conseguir ter mais destaque na comunidade.
Contudo, irá fazer o melhor para o bem comum.
Desafiar o ambiente externo, que pode ser hostil e inóspito é algo que precisa ser feito com coragem, focalizando apenas o desejo de ser, a despeito de todo o movimento em contrário que possa existir.
O Leão é conhecido pela força – até mesmo autoritária e tirânica – com que impõe sua vontade, curvado que é à paixão de realizar seu próprio destino: florescer, frutificar, criar, com toda a nobreza e honra que algo criado possui.
Dizem que o Leão é o rei dos animais e ele bem que simboliza essa qualidade leonina da honra, mas também do amor à prole, pois é signo gregário, que protege a cria – afinal, ele sabe a importância da luta pela vida.
Para poder lutar pela sobrevivência e se impôr enquanto ser existente, o leão precisa ser centrado em si mesmo.
O Leão é também o educador. Apesar de gostar de ser admirado e apreciado, sabe ser magnânimo e dar seu amor. Um temperamento ardente e apaixonado, que precisa ser aceito e para isso explora com maestria suas capacidades, assim é o Leão, que pode até almejar o poder para conseguir ter mais destaque na comunidade.
Contudo, irá fazer o melhor para o bem comum.
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quinta-feira, 22 de abril de 2010
Pitadinha do dia!
Tenho muitas novidades para contar. Na verdade, teria "mil" posts para escrever, mas hoje, resolvi reproduzir, apenas, um texto do Comunique-se. Este vai ser o primeiro de muitos textos que pretendo postar ainda neste mês. Vou começar a rascunhar logo, prometo! Por enquanto, fica meu abraço e a pitadinha do dia!. Ah, outra coisa... estava com saudades. ;)
Qual o papel da imprensa: informar ou fiscalizar?
“Eu não vejo diferença entre informar e fiscalizar. Informar é fiscalizar”. Dessa maneira o jornalista Fritz Utzeri encerra a polêmica levantada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Em entrevista ao jornal Folha de S. Paulo, Lula afirmou que o papel da imprensa não é fiscalizar, mas informar.
“Eu concordo com o Lula quando ele diz que o papel da imprensa é informar, mas discordo quando ele diz que informar não é fiscalizar”, explica Utzeri.
Esse é o mesmo entendimento da jornalista Dora Kramer. “Você só informa, de uma maneira completa, investigando e, portanto, fiscalizando”. A colunista do Estadão critica a declaração do presidente e lembra que, quando era da oposição, a fiscalização feita pela imprensa servia para o partido do presidente.
“Quando ele era da oposição sabia muito bem o papel da imprensa”, afirma Dora.
Essa também é a avaliação do jornalista Milton Coelho da Graça. “Quando ele era oposição, a imprensa publicava tudo que ele falava de mal do governo. Agora, a imprensa continua fazendo a mesma coisa. Ele que mudou de lugar, não a imprensa”, afirma.
Sérgio Matsuura, do Rio de Janeiro - 23/10/2009
Fonte: Comunique-se - O portal da comunicação
Qual o papel da imprensa: informar ou fiscalizar?
“Eu não vejo diferença entre informar e fiscalizar. Informar é fiscalizar”. Dessa maneira o jornalista Fritz Utzeri encerra a polêmica levantada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Em entrevista ao jornal Folha de S. Paulo, Lula afirmou que o papel da imprensa não é fiscalizar, mas informar.
“Eu concordo com o Lula quando ele diz que o papel da imprensa é informar, mas discordo quando ele diz que informar não é fiscalizar”, explica Utzeri.
Esse é o mesmo entendimento da jornalista Dora Kramer. “Você só informa, de uma maneira completa, investigando e, portanto, fiscalizando”. A colunista do Estadão critica a declaração do presidente e lembra que, quando era da oposição, a fiscalização feita pela imprensa servia para o partido do presidente.
“Quando ele era da oposição sabia muito bem o papel da imprensa”, afirma Dora.
Essa também é a avaliação do jornalista Milton Coelho da Graça. “Quando ele era oposição, a imprensa publicava tudo que ele falava de mal do governo. Agora, a imprensa continua fazendo a mesma coisa. Ele que mudou de lugar, não a imprensa”, afirma.
Sérgio Matsuura, do Rio de Janeiro - 23/10/2009
Fonte: Comunique-se - O portal da comunicação
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